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Usuario Linux de Primeira Viagem e os Filhos do Linux usando Windows

Nessas duas materias feitas pelo pessoal do Olhar Digital voces vao ver como se saem dois irmaos que sempre utilizaram Windows ao utilizar o sistema operacional Linux Ubuntu pela primeira vez, e dois garotos que sempre utilizaram Linux Ubuntu ao utilizar Windows pela primeira vez.

São grandes experiencias e a quebra de um mito sobre o linux.
Muitas pessoas não conseguem utilizar o Linux Ubuntu por falta de costume.






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Linux vs. Windows: semelhanças e diferenças




Fonte: Olhar Digital

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LINUX NÃO PEGA VIRUS????


Muito se ouve falar sobre a não existência de vírus para GNU/Linux ou sobre o próprio sistema operacional ser imune a esses. Mas pior do que isso são os argumentos e explicações, muitas vezes fantasiosas, para sustentar tais afirmações. Vamos esclarecer nesse artigo, os reais motivos que ao longo do tempo foram resumidos em apenas uma frase: “O GNU/Linux não pega vírus”.
O principal argumento utilizado atualmente para explicar o motivo do GNU/Linux ser invulnerável a vírus, trojans e afins, é o seu baixo índice de utilização. Atingindo pela primeira vez a marca de 1% dos computadores do mundo em 2009 (os mais otimistas falam em atuais 5%), o GNU/Linux representaria um índice desprezível para os crackers criadores de vírus. Porém esse argumento está longe de ser o principal e na minha opinião, sequer deve ser considerado um argumento, uma vez que criar um vírus não é algo assim tão complexo a ponto de desmotivar um destruidor compulsivo por causa de uma quantidade baixa de usuários.

Então, o que pode ser considerado um argumento?

O que caracteriza o sucesso de um vírus de computador é o mesmo que caracteriza o sucesso de um vírus biológico, ou seja, seu poder de propagação. Um vírus precisa de uma taxa de reprodução maior do que sua taxa de erradicação para que ele possa se propagar com sucesso. No GNU/Linux não temos apenas um motivo para seu sucesso em relação a vírus, mas sim um conjunto deles. Vamos começar pelo mais comum.
Existem atualmente diversos tipos de vírus, que usando um linguajar menos técnico são os que destroem dados, os que roubam suas informações, os que usam seu computador como host para realizar outros ataques, entre outros; porém vamos deixar de lado essas várias vertentes e vamos falar sobre infecção de uma forma geral.

Para que um vírus possa fazer o seu trabalho, ele deve estar o máximo de tempo ativo na memória do seu computador e para que ele possa fazer isso é importante que ele se instale em algum programa essencial para o funcionamento do seu computador, ou seja, um programa que é carregado sempre que seu computador estiver em funcionamento. Dessa forma o vírus será carregado juntamente com esse programa e uma vez na memória ele poderá realizar qualquer tarefa que ele almeja.
Para que esse vírus possa “infectar” esses arquivos considerados essenciais, ele precisa de um acesso privilegiado a estes, ou seja, ele precisa ser executado por um usuário que tenha permissão de gravação/modificação desses arquivos essenciais e via de regra o único usuário com essa característica no GNU/Linux é o usuário root. É nesse momento que entra a primeira barreira a ser ultrapassada pelo vírus. A maioria das distribuições GNU/Linux voltada para usuários e atualmente até algumas utilizadas para servidores, não permitem que o sistema seja acessado através do usuário com superpoderes, o root.
Você não é capaz de fazer um login no sistema utilizando o root e só consegue permissão de superusuário após o login com um usuário menos privilegiado. Só depois, através de alguns comandos especiais, você poderá solicitar superpoderes de root para realizar ações especiais no sistema. É claro que através de algumas configurações você pode mudar esse comportamento, porém geralmente quem as utiliza são usuários mais experientes.
Uma vez que utilizamos o sistema através de um usuário menos privilegiado, nós só temos permissão de leitura nesses arquivos considerados essenciais, assim se por um acaso acionamos um vírus, o máximo que ele poderá atingir são seus arquivos pessoais e provavelmente apenas naquele momento uma vez que ao ser reiniciado o vírus não terá mais como se auto instalar na memória, a não ser que seja novamente executado pelo usuário. Se estivermos abrindo um e-mail, um arquivo de procedência duvidosa ou realizando uma tarefa que solicite permissões especiais, devemos nos certificar que esse realmente é um arquivo de confiança e só então digitar a senha e confirmar a operação. Em outros sistemas operacionais que utilizam usuários com super-poderes para realizar tarefas banais, essa tela de confirmação não é necessária e quando você percebe, o vírus já se alojou nos arquivos essenciais.
Se alguém não sabe sobre qual tela de permissão de super-poderes que eu estou falando, abaixo está um exemplo:
Por isso é muito importante utilizarmos sempre um usuário comum para as tarefas do dia a dia e somente executarmos com superpoderes os aplicativos de confiança. Fique de olho na tela acima e só prossiga se estiver certo da origem do aplicativo que está solicitando as permissões. É aqui que entra a segunda barreira pelo qual o vírus deve passar.
Por ser um sistema de código livre, e na maioria das vezes gratuito, podemos instalar e utilizar softwares originais sem nenhum problema, a maioria das vezes instalamos a partir de repositórios oficiais que por padrão já vem configurado na maioria das distribuições. Isso já limita a ação do vírus de forma considerável e podemos fornecer permissão administrativa a esses softwares, uma vez que são provenientes de uma fonte confiável. Mesmo que o software desejado não faça parte do repositório oficial, não faz sentido ficarmos navegando em sites não oficiais procurando por versões “alternativas”, conhecidas também como crackeadas, para usarmos esses softwares, sendo que o mais inteligente é baixá-lo diretamente do fornecedor oficial.
Softwares como TweetDeck, Picasa, Opera, são softwares que não fazem parte do repositório oficial do Ubuntu, mas que podem ser baixados livremente através do site oficial de cada fornecedor. Mas se ainda assim você é fã de sites estilo baixaki (ieca!) você ainda pode verificar o checksum do arquivo. Talvez eu fale mais sobre checksum em um outro artigo, mas de forma resumida o checksum é uma “impressão digital” de um arquivo de qualquer formato, isso garante que o arquivo que você baixou é o mesmo disponibilizado pelo fabricante oficial, ou seja, se alguém alterou 1 byte sequer seja por boa intenção ou para adicionar um trojan, você pode se certificar pegando ochecksum (ou hash) no site do fabricante e comparando.
Agora qual o motivo de você ir no site oficial baixar um checksum e depois baixar o arquivo por outro site não me pergunte. Talvez seja interessante se você está baixando por torrent ou algo do gênero. Portanto segue um exemplo rápido de como eu poderia validar o checksum do Banshee versão 1.9.0:
sha256sum banshee-1-1.9.0.tar.bz2
O que me retornaria:
90f70897b99574b82df65c5435c0691760a5f88f488d25b5bd2ad0a7a2cb986c banshee-1-1.9.0.tar.bz2
Com esse simples procedimento você pode assegurar que nenhum código malicioso estará embutido em um arquivo de origem duvidosa antes de “executá-lo”.
Pegando um gancho na palavra “executá-lo” podemos considerar este como sendo outra barreira para que o vírus ultrapasse. O sistemas GNU/Linux não possuem arquivos executáveis, o que determina se ele poderá ou não ser executado é a permissão de execução que você atribui a um arquivo. Dessa forma um arquivo descarregado no seu computador não pode ser autoexecutado pelo sistema operacional como um .SCR por exemplo. Antes, você terá que atribuir uma permissão de execução para que este possa ser executado e se ele precisar acessar arquivos restritos voltamos a etapa inicial da barreira que são as permissões de superusuário.

Conclusão

É esse conjunto de barreiras, e não um efeito isolado, que faz com que o GNU/Linux tenha um nível mínimo de infecção por vírus e é pela dificuldade de proliferação e não pelo número de usuários que não se tem interesse em desenvolver vírus para esse sistema operacional.
Lembre-se de que um software ou sistema operacional pode aumentar sua imunidade a vírus e afins através de uma arquitetura inteligente, porém os principais anticorpos de um sistema operacional são seus usuários que devem procurar obter o maior conhecimento possível do produto que estão utilizando.
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Software Livre não é demagogia



por Julien Murray
Olá caros meus caros irmãos e amigos deste orbe chamado Terra. Venho até vós para comentar sobre algo muito nobre e especial que se chama fraternidade.
A fraternidade é um conceito filosófico profundamente ligado às ideias de Liberdade e Igualdade, ou seja, todos são iguais e livres, não importando a situação intelectual ou financeira. Pena que o mundo não é totalmente assim. Pois é, como existem os movimentos sociais que tratam muito bem esta máxima da racionalidade humana, sabia que no mundo da tecnologia também existe também esses grupos de ajuda? O nome deste movimento é software livre ou GNU, representado por um gnu, mamífero africano.
GNU foi criado por Richard Stallman. Mas, software livre, o que é isso ? Vamos a Wikipédia. Software livre, segundo a definição criada pela Free Software Foundation, é qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado e redistribuído sem restrições. O conceito de livre se opõe ao conceito de software restritivo (software proprietário), mas não ao software que é vendido almejando lucro (software comercial). A maneira usual de distribuição de software livre é anexar a este uma licença de software livre, e tornar o código fonte do programa disponível.
Assistencia Tecnica Especializada em Todas as
Distribuições Linux e Sistemas de Software Livre.
O Linux, foi criado por Linus Torvalds lá por meados de 1991, um rapaz nerd, inteligente e bem disposto. Ele bem podia fazer como o um outro rapaz, de fechar o seu projeto e comercializar, colocar até uma portinha para evitar o plágio, mas foi diferente. Linus preferiu compartilhar seu conhecimento com outras pessoas, do que ser rico e poderoso. Burro?!?!?! Não ! São Francisco de Assis não fez o mesmo ? Ele não recusou a fortuna de sua família para beneficiar os mais necessitados ?
Eis a fraternidade, esta máxima que todos os homens deveriam viver e sentir do fundo do coração perante aos outros. Vocês sabiam, que distribuições Linux como o Bigpup Linux (100% brasileiro), por exemplo, é mantido e desenvolvido por pessoas que não ganhavam nada por isso? Qual O fundamento disso ? Ora, Simples como andar para frente, o prazer de colaborar com o próximo, dar a ele a capacidade de aprender, de explorar, de entender como funciona o mundo tecnológico, dar a você uma segunda opção! Em contraste a isso, existem aqueles que não fazem a mínima questão de você entender, dominar e principalmente saber o que fazem com seu computador enquanto navega na internet. Objetivo? Dominar e manter as pessoas na ignorância. Conhece a fábula da águia e da galinha ? Veja então aqui neste blog, de minha autoria.

Ao lado destes irmãos programadores, existem aqueles que ajudam (tá, tem os bobalhões, os babacas, mas o que seria do mundo sem eles ?) a dar os primeiros passos no mundo Linux. Irmãos com o coração inflamado de amor, que fazem questão de ajudar a você encontrar seu caminho com a liberdade. E você encontra na web, a primeira rede social do Brasil, e não querendo exagerar o mundo! O nome desta rede de amigos chama-se Linux Sociall.
Idealizada por nosso amigo Elton Jamenis Chaves Mourão, da cidade de Tomé-Açu, que fica no Pará, o mantenedor e criador da distribuição 100% brasileira, a Bigpup Linux,tem como objetivo de trocar informação, conhecimento e ensinamento. No Linux Sociall, existem várias comunidades, com vários assuntos, incluindo o suporte a várias distribuições Linux, dentre elas o Ubuntu Linux, uma distribuição voltada para usuários leigos e iniciantes no mundo Linux, que estão acostumados somente com outros sistemas operacionais que testam a sua capacidade e inteligência. Eu sou o líder do grupo do Ubuntu Linux que conta com muitos usuários experts e leigos. O que ganhamos com isso? Simples, a tua evolução intelectual! Ficaremos felizes em saber que tu és uma pessoa que aprendeu a instalar teu próprio navegador, tua própria webcam e quem sabe, teu próprio sistema operacional?
Antes de me despedir, peço que veja dois filmes:
Piratas do Vale do Silício
Revolution OS
Abraços fraternos e viva o linux, viva a liberdade !
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É possível uma aparência agradável com Ubuntu


Bem, muita gente fala que Linux é feio e que Windows 7 é bonitão e cheio de fricote! Não é bem assim, com poucos cliques da pra deixar ele bonitinho também! Vejam só este vídeo de meu desktop aqui no trabalho, um Celeron 2.4 com 1,5Gb de memória e uma plaquinha chulé da NVidia de 128mb…
Atualmente meu Desktop está mais bonitinho ainda, acabo de alterar algumas coisas, outro dia posto a versão 2.0 ^^
NOTA: O vídeo não está muito bom na parte dos loops doAlt + Tab, mas a culpa é do DeveDê que não converteu direito!
Divirtam-se…

Fonte: UD

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O que é uma distribuição de Linux



Este artigo responde a diversas dúvidas comuns de novos usuários, desenvolvedores interessados, ou alunos às voltas com trabalhos acadêmicos. Entre as questões, estão incluídas:
  • O que é distribuição Linux
  • Como escolher uma distribuição
  • Como fazer o download ou adquirir uma distribuição Linux
  • O que são Live CDs
e muitas outras. Ao final há um guia de referências adicionais sobre o assunto. Leia também O que é Linux e a FAQ BR-Linux – Lista de Perguntas Freqüentes.

 

O que é uma distribuição? O que é uma distro Linux

Distribuição Linux é um sistema operacional Unix-like incluindo o kernel Linux e outros softwares de aplicação, formando um conjunto. Distribuições (ou “distros”) mantidas por organizações comerciais, como a Red Hat, Ubuntu, SUSE e Mandriva, bem como projetos comunitários como Debian e Gentoo montam e testam seus conjuntos de software antes de disponibilizá-los ao público.
Como o Linux e a maior parte dos softwares incluídos em distribuições são livres, qualquer organização ou indivíduo suficientemente motivado podem criar e disponibilizar (comercialmente ou não) a sua própria distribuição. Isso faz com que hoje haja registro de mais de 300 distribuições ativamente mantidas, embora menos de 20 delas sejam largamente conhecidas.
Algumas distribuições populares oferecem (como opção ou como seu único modo de operação) a possibilidade de execução em modo Live CD, que permite o uso integral do Linux sem instalação ou alteração dos dados armazenados no disco rígido do computador: o sistema roda integralmente a partir de um CD-ROM desde o momento em que o computador é ligado. Exemplos de Live CDs bastante conhecidos são o alemão Knoppix e o brasileiro Kurumin.

 

 

 

Como escolher uma distribuição

Você pode obter o Linux de diversas origens. Nunca opte por uma versão antiga – é comum encontrar usuários novos com dificuldades típicas de 2 anos atrás (“O Linux não reconhece meu hardware”, “Não consigo discar para a Internet”) justamente porque instalaram uma versão de 2 anos atrás, que estava guardada num armário.
O Linux evolui muito rapidamente, e os principais distribuidores tendem a lançar versões novas a cada 3 ou 4 meses, ou pelo menos semestralmente. Como em geral você pode obter o software gratuitamente ou a custo baixíssimo, não faz sentido optar pela versão antiga – espere mais alguns dias, e instale a mais recente.
Outro erro a ser evitado é optar por uma mini-distribuição, “para ver como é esse tal Linux“. De fato, existem mini-distribuições de boa qualidade, que podem ser instaladas na mesma partição que o Windows, e cujo download pode ser bem menor do que uma distribuição completa. Mas em geral o que você pode fazer com ela é limitado, e o suporte que você encontra na comunidade usuária é mais restrito, porque são raros os usuários experientes (portanto aptos a responder perguntas) que utilizam esse tipo de sistema.
Não vou indicar uma distribuição para você – todas têm vantagens e desvantagens. Cada caso é um caso, e eu opto entre elas de acordo com a necessidade do momento. Para saber as características de cada uma, você pode pesquisar nos artigos do BR-Linux, ou consultar os sites de cada uma delas. Segue uma lista parcial de distribuições de Linux para facilitar sua escolha:
Em geral, você pode encontrar grupos de usuários brasileiros de cada uma destas distribuições de Linux digitando no Google o nome dela, seguido pela palavra Brasil, como no exemplo: Ubuntu Brasil. Para saber mais detalhes sobre distribuições populares, visite o Distrowatch.
Não é possível responder de forma ampla qual é a melhor distribuição de Linux – a melhor sempre será a que atender mais perfeitamente às suas necessidades. A resposta depende do que você pretende fazer com o sistema, da sua capacidade e interesse de administrar o sistema, e até mesmo de sua atitude em relação a algumas questões políticas e filosóficas.
A maior parte das distribuições de Linux consegue disponibilizar o mesmo conjunto de serviços, embora às vezes de maneiras bem diferentes. Algumas já vêm com todos os aplicativos e serviços incluídos nos CDs de instalação, outras exigem downloads e instalações adicionais. Algumas se distinguem por uma ênfase em aspectos específicos do sistema, como a facilidade de configuração, a quantidade de aplicativos, a segurança, a personalização e vários outros.
No site LWN.net você pode encontrar uma lista atualizada e dividida em categorias das distribuições de Linux, das mais conhecidas às mais obscuras. Já noLinuxISO.org você encontra links para download de imagens de CD da maior parte delas. E já que são tantas as opções, como escolher uma? O primeiro passo é saber o que recomendam as pessoas a quem você pretende pedir ajuda na hora das dificuldades. Sejam os colegas, ou um grupo de usuários, ou até mesmo um website ou revista, tente descobrir o que eles usam – se a distribuição indicada satisfizer os seus requisitos, poder contar com o suporte deles pode ser interessante.
Em seguida, faça uma lista de perguntas sobre os diversos aspectos que podem ser do seu interesse na hora de selecionar uma distribuição. É claro que eles variam de acordo com seu objetivo: selecionar uma distribuição “para ver qual é a cara desse tal de Linux” no seu micro pessoal é bem diferente do que escolher onde rodar o banco de dados do CRM de uma empresa com 1000 funcionários. Algumas perguntas que você deve tentar responder com a ajuda dos websites das distribuições, das revistas especializadas, da comunidade Linux e (por que não?) com uma mãozinha do Google são:
  • Esta distribuição suporta todo o meu hardware?
  • Ela inclui os pacotes de software de que necessito?
  • O processo de instalação e configuração está de acordo com minhas aptidões?
  • Ela tem documentação e treinamento em um idioma que eu entendo?
  • O suporte prestado (gratuito ou pago) atende minhas necessidades?
  • Há uma comunidade de usuários da qual eu possa participar?
  • Ela lança atualizações de segurança quando necessário?
  • Ela continuará sendo atualizada?
  • Ela é livre? É grátis? O preço é aceitável?






Sob um conjunto de critérios objetivos, todas as distribuições podem competir em pé de igualdade, e você pode selecionar a que pontuar melhor nos critérios que fizerem mais sentido para a sua situação específica. Procure as informações, conte os pontos e faça sua escolha!

Download ou aquisição de uma distribuição de Linux

Embora provavelmente a forma mais fácil de obter o Linux seja através dos CDs distribuídos como brinde em diversas revistas nacionais (escolha sempre uma versão recente!), o jeito mais fácil de obter sua cópia sem desembolsar nada a mais é através do download de imagens ISO, que são arquivos (geralmente por volta de 650MB cada um) trazendo o conteúdo completo de um CD-ROM, prontos para serem gravados em um CD, permitindo assim que você obtenha cópias idênticas de um CD original. Verifique na ajuda do seu programa favorito de gravação de CDs como fazer para gravar a partir de uma imagem ISO – quase todos os programas populares dispõem deste recurso, e a operação em geral é simples.
Algumas distribuições (como o Knoppix e o brasileiro Kurumin) são especialmente disponibilizadas na forma de Live CDs, capazes de rodar diretamente do CD e dispensando instalação no disco de seu computador – é uma boa forma de ter seu primeiro contato.
Como o Linux é um software livre, a maior parte dos produtores disponibiliza imagens ISO contendo exatamente o mesmo conteúdo dos CDs vendidos em lojas ou na Internet, e você pode fazer o que quiser com elas – até mesmo gravar em CDs para revendê-las (e se você quiser comprar CDs deste tipo, lojas virtuais brasileiras como a Tempo Real e a LinuxMall estão à disposição). Quando se trata de Linux, este tipo de cópia e revenda não é irregular nem anti-ético, pois é da essência do software livre.
Você pode procurar suas imagens ISO no site de sua distribuição preferida – às vezes será necessário fazer o download de mais do que uma imagem, e em outros casos o download da primeira imagem é obrigatório, e o das outras é opcional. Raras são as distribuições que não disponibilizam imagens ISO de instalação.
Se preferir, procure no site linuxiso.org, cuja especialidade é apontar links para imagens ISO dos CDs das distribuições de Linux do mundo todo.
Como se trata de um download grande (uma distribuição em 3 CDs corresponde a quase 2GB de dados), certifique-se de ter espaço suficiente no seu HD, e utilize um bom gerenciador de download.

Live CDs: Linux sem instalação

Algumas distribuições são especialmente disponibilizadas na forma de Live CDs, capazes de rodar diretamente do CD e dispensando instalação no disco de seu computador – uma boa forma de ter seu primeiro contato. É fácil encontrá-los encartados em revistas de informática nas bancas de jornal, mas você também pode fazer o download e gravar seu próprio CD. Depois, basta certificar-se de que seu micro aceita inicializar pelo drive de CD (a maior parte dos micros produzidos nos últimos 5 anos aceita, mas às vezes é necessário alterar uma opção na BIOS – se tiver dúvida, consulte aquele seu primo técnico!), inserir o CD no drive e ligar o computador.
Veja abaixo alguns exemplos de Live CDs. Há muitos outros, e não é difícil encontrá-los.




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